Sábado, 1 de Abril de 2006

vero

monto no dorso um corso de troços.

esgueira-se o corpo felino por entre a vegetação densamente nocturna sem que o luar se intrometa.

vagam os passos em solo firme, meneando um corpo seguro de uma rota insegura.

a desnorte decide em frente a caminhada.

está escuro e o calor da terra aquece os membros que, antes ligeiros, se tornam tropegos nos liames vegetais.

assemelha-se a densidade da vegetação à tresloucada correria dos momentos inconscientemente perdidos.

retoma agora o fio do imo. o fio invisível que une o inefável.

a laguna é algures onde se lava a dor e a vida.

é profunda a lagoa que acolhe a purificadora seiva nocturna.

cerra os olhos e guia-te: em frente.

 

tá-se:
danço: no woman don't cry
eu sou dionisante às 21:14

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