Terça-feira, 28 de Março de 2006

speculum verbis

juntando pedaços de letras, ideias, memórias e palavras formamos os espelho que nos reflecte limado pelas afinidades e preferências por reflexos adequados a um perfil aprendido.

escolhe as palavras espelháveis de uma identidade publicamente assumida privadamente repudiada e adulterada.

masturbamo-nos em exercícios narcísicos onde ecos sempre nos devolverão o texto ressonante de silêncio.

malvadamente indagamos o espelho sobre quem é mais belo que o ego e ele, traiçoeira e cautelosamente para que o mistério e o elo não o quebre, responderá que é o ego, que é o ego ainda que os olhos que os olhem o não denunciem por se terem viciado em perfis diferenciados.

perante a beleza jamais a  reconheceremos, cremos, por ofusque da sua intensidade, iludindo-nos sobre a pretensa verdade egótica.

 

todo o nosso pequeno grande mundo sublima o egotismo. não há sentido sem narcisismo.

o castigo narcísico assumido foi a morte. e eco persiste na sombra dos rochedos sibilante de dor pela perda e pelo remorso de ter denunciado pela palavra a presença do amável.

ambos perderam: ela por não espelhar o seu ego; ele por inadvertida e inconsequentemente o ter ostentado.

quem é mais belo que eu?

 

a maçã? não, o verbo.

tá-se:
eu sou dionisante às 18:39

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